Quarta-feira, 01 de Dezembro de 2021
Telefone: (54) 3332-1699
Whatsapp: 054 9 9715-2658
Curta nossa página no Facebook:
Clique para Ouvir
Tempo limpo
26°
13°
18°C
Não-Me-Toque/RS
Tempo limpo
Ao Vivo:
Agronegócios

Na terra e na estrada, impulsionando o país

26.07.2012 21h00  /  Postado por: upside

Para centenas de comunidades rurais do Sul do Brasil, o dia 25 de julho sempre se revestiu de significado cordial: é o Dia do Colono, estendendo ainda suas reverências ao motorista. Em outras palavras, ele remete às origens, aos pioneiros, num momento de celebração e de congraçamento por todos aqueles que, ao longo de décadas, plantaram as bases do desenvolvimento e do progresso.
Há que se dizer que essas são duas das classes trabalhistas mais importantes para o desenvolvimento do país. Pois, produzem e fazem chegar até as cidades grande parte daquilo que alimenta a população.
Os colonos são responsáveis por colocar na mesa sete entre cada dez alimentos todos os dias e também desempenham um importante, e fundamental, papel na preservação am-biental, por meio da manutenção da agricultura familiar. É através dela que acontece, em muitas propriedades, a manutenção das reservas legais e das áreas de proteção permanente e a preservação de nascentes e recursos hídricos.
Mas, para que diariamente esses alimentos possam chegar em cada residência, o colono conta com a disposição e o trabalho dos motoristas que cruzam o Brasil de Norte a Sul, levando em suas carrocerias muito mais do que mercadorias, mas transportando a riqueza do trabalho das pessoas do campo.
A definição do 25 de julho como Dia do Colono deu-se um século depois, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul. A data simboliza a chegada da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real do Linho Cânhamo, que, posteriormente, constituiria a sede de São Leopoldo.
Paralelo a estas atividades, a vinda da soja, junto com milho e trigo, criaram a agricultura em grande escala, surgindo o setor de agronegócios, que gera bilhões de reais de divisas advindas da exportação de grãos, óleos, farinha de soja, entre outros, que tornam o Rio Grande do Sul e o Brasil o “celeiro do mundo”.
Por outro lado, das carretas puxadas por bois, dos lombos de mulas, cavalos, abriram-se as estradas e com estas outras gerações de pessoas vieram, os motoristas, cujos equipamentos transportam pessoas e milhares de toneladas de cargas do Oiapoque ao Chuí.
Esses homens de mãos no volante são responsáveis pela circulação de 80% do PIB Produto Interno Bruto do País. Dia e noite em estradas asfaltadas, ou não, faça tempo bom ou ruim, sol ou chuva, lá estão eles. Uns jovens, outros um tanto quanto calejados, enfrentando as mesmas dificuldades: meses fora de casa ao rodar o país a fora.
A estreita ligação entre uma e outra profissão mostra que ninguém trabalha sozinho e que o mundo, e os negócios, caminham numa mesma direção, seja no giro de um motor que trabalha a terra ou no de um volante que segue as faixas das estradas pelo país.

Nesta edição Caderno Colono e Motorista

Comente essa notícia
Receba nosso informativo
diretamente em seu e-mail.
Utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Página Inicial e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Prosseguir