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Síndrome da Fragilidade: novo conceito em saúde do idoso

Síndrome da Fragilidade: novo conceito em saúde do idoso
Existem mudanças físicas e emocionais que comprometem a qualidade de vida e podem levar à Síndrome da Fragilidade
08.02.2019 13h48  /  Postado por: helaine

Existem mudanças físicas e emocionais que comprometem a qualidade de vida e podem levar à Síndrome da Fragilidade

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica cronologicamente o início da terceira idade aos 65 anos em países desenvolvidos e aos 60 em países em desenvolvimento, mas não basta cantar parabéns e apagar as velinhas para se tornar um idoso. O envelhecimento é um processo que pode começar antes dos 60 anos.

Existem mudanças físicas e emocionais que comprometem a qualidade de vida e podem levar à Síndrome da Fragilidade, um conjunto de manifestações físicas e psicológicas que predispõem o desenvolvimento de doenças.

Dificuldades de recuperação após enfermidades, redução da libido e da força muscular, osteoporose acelerada, susceptibilidade a doenças, refluxo gástrico, constipação intestinal, redução da absorção de alimentos e medicamentos, diminuição do fluxo sanguíneo no fígado, infecções respiratórias – como pneumonia –, diabetes e doenças cardíacas – como infarto –, são marcadores da fragilidade física, em geral, associados à incontinência urinária, desnutrição, quedas, imobilidade, uso de vários medicamentos ao mesmo tempo e depressão.

É preciso preocupar-se com a qualidade de vida do paciente, não aceitar as mudanças físicas como inevitáveis e normais e, principalmente, cuidar da saúde antes que as doenças se instalem.

Um dos passos importantes é avaliar nutricionalmente e prescrever uma dieta que considere a realidade e as características do paciente. Cardápio individualizado, rico em fibras, adequado às condições de mastigação, com suplementos e líquidos são medidas que contribuem para a boa saúde.

Outro aspecto importante é a avaliação do médico, que deve considerar a idade do paciente, comprometimento da audição e visão, doenças pré-existentes, depressão, hospitalização nos últimos meses, capacidade de compreensão, problemas na tireoide, condições para desenvolver atividades rotineiras, como vestir, comer, higienizar, andar, cuidar da saúde e outras.

Hoje, a medicina está capacitada para corrigir de forma eficaz o mais simples dos problemas, mesmo que aparentemente sem importância, mas que comprometa a qualidade de vida do idoso e acelere o surgimento de doenças.

O médico tem papel fundamental, cabe a ele dar atenção e apoio ao paciente, buscando manter neste uma boa capacidade funcional, bem como condições emocionais e sociais estáveis. Os idosos têm muito a oferecer aos jovens, devem sentir-se bem e ter uma vida saudável e prazerosa.

*Texto produzido em parceria com o portal Leet Doc

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