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Agronegócios

Área Experimental: tecnologias validadas para gerar melhor rendimento

Área Experimental: tecnologias validadas para gerar melhor rendimento
Equipe que atua na Área Experimental, em meio às parcelas de trigo
09.12.2021 14h13  /  Postado por: A Folha
Por ASCOM Cotrijal

Os produtores atendidos pela Cotrijal têm a segurança de que o portfólio de produtos da cooperativa, as tecnologias e os manejos recomendados pelo Departamento Técnico, antes de chegarem à sua lavoura, foram validados pela Área Experimental. Ao completar 26 anos de existência, esse trabalho é um dos pilares para o incremento de produtividade observado nessas mais de duas décadas de trabalho.

Construir boas produtividades é um processo que demanda atenção a muitos detalhes. A pesquisa aponta para mais de 50 fatores que interferem na produtividade da soja, por exemplo. A utilização dos produtos corretos e do manejo ideal para cada situação é um dos aspectos que precisa ter permanente atenção.

Nos últimos anos, uma enxurrada de novos produtos chegou ao mercado. Para se ter uma ideia, em 2020, mais de 400 novos defensivos agrícolas, para diferentes culturas e usos, foram registrados no Brasil. Como saber qual usar e se ele vai responder à realidade da propriedade?

Essa é uma pergunta que não preocupa Nestor Antônio Diel. Associado da Cotrijal desde 1981, ele revela que tem plena confiança na orientação do Departamento Técnico, que é baseada nos resultados da Área Experimental da cooperativa.

Nestor Diel é um dos mais assíduos nos dias de campo e outras atividades realizadas no local. “Planejar em conjunto com o agrônomo é prioridade número um. Estamos muito bem servidos de informações agronômicas e é importante adotar o que é recomendado”, salienta Diel.

Um dos pioneiros no uso do sistema de plantio direto – inclusive foi um dos fundadores do Clube Amigos da Terra –, ele viu a produtividade crescer gradativamente. Na soja, já chegou a colher 82 sacas de média por hectare. No milho, 230 sacos por hectare. E no trigo, 78 sacos por hectare. Hoje ele planta 108 hectares em Rodeio Bonito, interior de Santo Antônio do Planalto.

SEMPRE A MELHOR ESTRATÉGIA

O engenheiro agrônomo Almir César Rambo, que atende a propriedade, afirma que o trabalho da Área Experimental oferece grande diferencial para o Departamento Técnico no atendimento ao produtor. Há 28 anos na cooperativa, ele acompanhou desde a consolidação do sistema de plantio direto até a chegada dos transgênicos e entende que para fazer frente aos desafios de cada safra é imprescindível ser assertivo nos detalhes.

“Não há como testar as novas tecnologias uma a uma no campo. Através da Área Experimental, conseguimos conhecer essas tecnologias, avaliar em conjunto com todo o Detec e levar a melhor condição específica para cada propriedade, porque as demandas nem sempre são iguais. Temos o entendimento macro para definir a melhor estratégia para cada situação”, pontua.

Além disso, Rambo destaca a importância da rede de pesquisa a que a cooperativa tem acesso. “Proporciona troca de informações, resultados, conhecimento, tudo fundamental para auxiliarmos o produtor a alcançar e manter melhor rendimento”, finaliza.

“Se hoje temos média de 65 sacos/hectare de produção na soja, com muitos produtores chegando aos 80, e no milho os 230 sacos/hectare já são realidade, é porque houve um processo de construção desse resultado desde o início e o trabalho da Área Experimental veio para contribuir de forma decisiva”, destaca o superintendente de Produção Agropecuária da Cotrijal, Gelson Melo de Lima.

ATENTOS AOS NOVOS DESAFIOS

Hoje a coordenação está a cargo do engenheiro agrônomo Alexandre Nowicki. Ele informa a área está passando por reestruturação. Uma das ações é a organização das parcelas de forma que fiquem sempre no mesmo local, o que possibilita, dentre outras vantagens, o tráfego controlado de máquinas.

Outra novidade é a terceirização da colheita. “Teremos os resultados de produtividade e demais atributos avaliados no momento da colheita, proporcionando mais velocidade e qualidade na difusão das informações para nossos produtores”, pontua.

Além do coordenador, Alexandre Nowicki, a equipe é composta por cinco profissionais. Valmir Antônio Dapont, que há 24 anos trabalha diretamente na Área Experimental, é responsável pela parte administrativa, enquanto Lucas Guilherme Alflen direciona os protocolos. Ambos são engenheiros agrônomos. Também trabalham na Área Experimental os técnicos agrícolas Iuri Portela, Lorenzo Stafforti Guedes e Daniel Nicolao.

 

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