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Agronegócios

Ministra da Agricultura destaca medidas para socorrer produtores

Ministra da Agricultura destaca medidas para socorrer produtores
foto: Evaristo Sá/AFP
17.01.2022 08h21  /  Postado por: A Folha
Por JP

A safra brasileira de grãos 2021/22 está sendo afetada por problemas climáticos. Enquanto áreas do Centro-Sul do país sofrem com a estiagem, regiões do Centro-Norte enfrentam o excesso de chuva. Levantamentos de entidades do agro já projetam perdas superiores a R$ 40 bilhões em lavouras de soja e milho.

Em entrevista exclusiva, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que segunda-feira, às 18 horas , serão definidas ações para socorrer agricultores que tiveram perda de safra em função da seca que atinge estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O encontro será com Banco Central, Banco do Brasil e Ministério da Economia.

  • O governo algumas medidas consideradas prioritárias para socorrer agricultores no momento:
  • Foi adiantada em uma semana a próxima rodada que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá fazer a estimativa de safra. A antecipação deve contribuir para capturar melhor o que está acontecendo no campo e refinar o número da produção nacional de grãos. Com isso, o governo espera ter mais dados para eleger as ações que serão tomadas de forma mais imediata.
  • Prorrogação de parcela de investimentos é uma possibilidade estudada pelo governo. Segundo a ministra,  o agricultor está preocupado pois se ele ficar inadimplente terá dificuldade de tomar o próximo custeio. “Foi muito bom o Banco Central, o ministério da Economia estarem conosco para que sentissem de perto a ansiedade. Ninguém disse ‘não vou pagar a conta, queremos uma maneira de produzir para pagar essa conta e continuar na atividade’’.

As aves, suínos e ovos não vão ter queda de preço, segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin.  A quebra de safra aumentará o custo da ração e a indústria repassará ao consumidor de carnes. Os problemas climáticos que atingem as produções no Brasil, Paraguai e Argentina contribuirão para manter a alta das commodities agrícolas até 2023, de acordo com o CEO da Agroconsult, André Pêssoa.

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