Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022
Telefone: (54) 3332-1699
Whatsapp: 054 9 9715-2658
Clique para Ouvir
Tempo nublado
22°
14°
23°C
Não-Me-Toque/RS
Tempo nublado
Ao Vivo:
Agronegócios

Chuvas atrapalham semeadura das culturas de inverno no Rio Grande do Sul

Chuvas atrapalham semeadura das culturas de inverno no Rio Grande do Sul
Segundo a FecoAgro/RS, produtor busca no trigo possibilidade de renda após prejuízos na safra de verão Foto: Divulgação
24.06.2022 15h07  /  Postado por: A Folha

Por: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

O excesso de chuvas dos últimos meses está atrapalhando o início das safras de inverno no Rio Grande do Sul. Depois de amargar com a estiagem, que trouxe uma quebra nas culturas da soja e do milho, além de impactar outras produções agropecuárias, o clima mais uma vez tem sido adverso para a implantação da produção do período, conforme a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS).

Segundo o presidente da entidade, Paulo Pires, em alguns municípios gaúchos chegou a chover mil milímetros nos últimos três meses.

—Parece que esta chuva estava represada. E isso prejudica enormemente os plantios tanto de canola, que praticamente está sendo finalizada em termos de semeadura no Rio Grande do Sul, quanto do trigo que agora se iniciou. Porém, o plantio de trigo teve início nas regiões mais quentes do Estado e agora temos previsão de uma semana de chuvas, o que pode atrapalhar ainda mais—, destaca.

O dirigente salienta que a previsão de aumento de área de 16% feita pela Rede Técnica Cooperativa (RTC) se confirma e o produtor gaúcho tem a esperança de ter rentabilidade com as culturas de inverno.

—Com esses preços praticados para o trigo no mundo todo, o produtor aumentou a área, principalmente em cima do orçamento, com a possibilidade de renda que poderá ter, mesmo com a elevação de custo em 51%, e também com a questão de que precisa desta renda—, observa.

A expectativa agora é pela resolução dos problemas que os agricultores enfrentam em relação ao Plano Safra.

—Infelizmente estamos na metade de junho e não temos um Plano Safra andando nos bancos para os produtores. Isto é muito ruim e o produtor está sendo resiliente para procurar soluções. É uma atitude nobre ser resiliente e resistir a esse momento procurando uma alternativa com estas culturas que estão aí na frente—, complementa o presidente da FecoAgro/RS.

Comente essa notícia
Receba nosso informativo
diretamente em seu e-mail.
Utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Página Inicial e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Prosseguir