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Abatedouro municipal poderá ser vendido

Abatedouro municipal poderá ser vendido
23.07.2019 13h51  /  Postado por: helaine
Por: Felipe Keller

O terreno e as instalações do abatedouro municipal, às margens da rodovia ERS-142, entre Não-Me-Toque e Carazinho, podem ser negociados em uma futura venda. Na terça-feira (16), o prefeito Pedro Paulo da Rosa esteve na Superintendência do Incra no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre para tratar da autorização para escrituração da área que compreende todo o Assentamento Libertação Camponesa.

Prefeito Pedro Paulo esteve no Incra buscando finalizar trâmites da documentação que vai possibilitar posse e  escritura da área do abatedouro

O local foi concedido pelo Incra ao município para construir o abatedouro, em 2005. A estrutura vinha sendo utilizada através de contrato de concessão, ao longo deste período diversos concessionários assumiram porém, nunca funcionou por muito tempo. Desde 2018 está fechado por falta de interessados no negócio de abate fiscalizado.

O secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Pedro Paulo Nienow, avalia que o fato de a estrutura não estar em uso poderá facilitar a venda. Mas para isso acontecer, o Incra, precisa passar o título de propriedade da área para o município.

Além da possível venda, segundo a secretária de Administração e Planejamento, Noeli Verônica Machry Santos, não está descartada a possibilidade de buscar outra empresa interessada na concessão.

O abatedouro municipal foi criado para receber todos os animais abatidos na área do município (gado e suínos), tanto para uso próprio de quem produz, como para festas e comercialização. Para isso, a prefeitura criou o cargo de médico veterinário que deveria ser responsável pela fiscalização, garantindo que o animal abatido está saudável e bom para consumo humano.

Titulação de lotes do Assentamento

Acompanharam o prefeito Pedro Paulo no Incra a secretária de Habitação Nara Adams e o secretário de Finanças Naor Kümpel. Na ocasião, também entrou em pauta o processo de titulação dos lotes das famílias do Assentamento Libertação Camponesa. Marco Antônio Niary que integra a equipe do Registro de Imóveis de NMT, também participou da reunião.

Atualmente 29 famílias residem no Assentamento, um total aproximado de 100 pessoas. Após o trabalho de georreferenciamento dos limites do Assentamento, foi aprovada a divisão da área de 369 hectares entre as 29 famílias assentadas.

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