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UPF e Organização Internacional para Migrações da ONU debatem possibilidade de parceria

UPF e Organização Internacional para Migrações da ONU debatem possibilidade de parceria
Foto: Divulgação/UPF.
31.05.2021 09h24  /  Postado por: A Folha
Por Universidade de Passo Fundo

A Universidade de Passo Fundo (UPF) e a Organização Internacional para Migrações das Nações Unidas (OIM/ONU) iniciaram as tratativas para firmar uma parceria entre as instituições. Uma reunião foi realizada na manhã de quinta-feira, 27 de maio, na UPF, com a presença de representantes da OIM, da Universidade e da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra).

A partir de agora, as instituições construirão uma proposta de parceria dentro de uma visão de acolhimento inteligente e planejado, na qual trabalha a OIM, que tem em seu portfólio de ações o projeto “Oportunidades”, que visa impulsionar a integração econômica de venezuelanos e migrantes de países vizinhos em situação de vulnerabilidade no Brasil.

Passo Fundo recebe muitos migrantes, que chegam em busca de trabalho e oportunidades. A ideia é que a Universidade possa contribuir no acolhimento e capacitação profissional desses migrantes por meio de seus serviços. De acordo com a coordenadora do projeto de extensão Balcão do Migrante e Refugiado da Faculdade de Direito (Balcão Migra/FD) da UPF, professora Dra. Patricia Grazziotin Noschang, a partir de agora, a Universidade reunirá e estruturará sua rede de serviços que possa atender as demandas dessas pessoas. “É sempre importante a aproximação da Universidade com uma agência da ONU, neste caso a OIM, em prol do público que vamos abraçar, acolher e atender, que é o migrante e refugiado na cidade de Passo Fundo”, destacou Patricia.

Um dos representantes da OIM, Iurqui Pinheiro, destacou a importância de os municípios estarem preparados para acolher os migrantes e de desmistificar a visão negativa sobre eles. Pinheiro argumentou que cerca de 4 milhões de brasileiros deixaram o Brasil, enquanto 1,8 milhões de migrantes entraram nos últimos anos. Isso significa que existem mais brasileiros vivendo no exterior do que migrantes vivendo no Brasil, salientando dessa forma, que os migrantes não tiram o emprego de alguém e nem sobrecarregam os sistemas de saúde, social ou de educação. Segundo ele, a migração sempre ocorrerá e a alternativa é capacitar essas pessoas e oferecer uma estrutura de acolhimento inteligente e planejada.

Também participaram da reunião o vice-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, professor Dr. Rogerio da Silva, coordenadores de projetos de extensão e representantes da Assessoria Internacional e do curso de Serviço Social da UPF.

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