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UFFS antecipou a formatura de duas turmas de médicos para atuar durante a pandemia

UFFS antecipou a formatura de duas turmas de médicos para atuar durante a pandemia
08.06.2021 14h24  /  Postado por: A Folha
Por Rádio Uirapuru

Desde o início da pandemia o setor da Saúde foi pressionado e trabalhar acima da capacidade em Passo Fundo. Por diversas vezes ao longo desse período, os hospitais ficaram superlotados e os profissionais da área esgotados de tanto trabalho. O atual momento reflete exatamente para esse cenário. Unidades lotadas e profissionais sobrecarregados de trabalho.

Passo Fundo é polo e referência em Saúde. Com isso, atende diversos municípios da região e recebe profissionais e estudantes de todas as partes do Brasil. A cidade conta com três faculdades de medicina, sendo uma delas federal, com o curso 100% gratuito.

Conforme o diretor da Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS), Dr. Júlio Stobbe, as atividades se iniciaram no polo em 2013 e no ano de 2019 a primeira turma se formou. Em 2020 e 2021 mais duas turmas se formaram antecipadamente, para trabalhar na pandemia. Uma portaria do governo federal possibilitou que os alunos antecipassem a formatura para atuar no combate ao coronavírus.

De acordo com Stobbe, a próxima turma a se formar deve ter a conclusão do curso antecipada também. O diretor explica que os últimos dois anos da faculdade de medicina são de internato. Só podem antecipar a formatura, alunos que concluíram 75% do internato, portanto é uma antecipação que não interfere no aprendizado.

Conforme o diretor, a procura pelo curso de medicina é sempre alta. O método de ingresso na UFFS é através da nota do Enem, portanto não há vestibular para preencher as vagas. Stobbe revelou que os alunos vinculados a UFFS atendem a mais de três mil pacientes por mês nos hospitais São Vicente de Paulo e Clínicas, auxiliando diretamente na assistência pública.

O médico destaca que pelo fato de Passo Fundo ser um polo de saúde e de ensino, nunca faltou atendimento para ninguém durante a pandemia. Tiveram dificuldades sim, mas ninguém deixou de ser tratado na cidade e isso fez toda a diferença, frisa Stobbe.

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