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Notícias

1 de agosto de 2023

O filme Barbie estreou e divide opiniões

O filme Barbie estreou nos cinemas quebrando recordes.

Já é a maior estreia do ano nos Estados Unidos e, no Brasil, ocupa a terceira maior abertura das salas de cinema.

Porém, mesmo sendo um sucesso absoluto de bilheterias, divide opiniões.

De um lado, elogios pela qualidade da produção e a mensagem da diretora. Do outro, críticos que acusam a ideologização da boneca.

Segundo o site “Movieguard”, o filme acabou deixando totalmente de lado o público que seria justamente o mais atraído pela temática da Barbie, como crianças que brincam com a boneca e suas famílias.

Para parte da crítica, a Mattel focou apenas no público adulto e LGBTQIA+, e o filme ainda traria uma forte carga feminista.

"Eles conseguiram criar uma ilusão perfeita, fazendo-nos acreditar que Barbie seria apenas uma comédia leve, colorida e descontraída para toda a família, com pitadas de humor metalinguístico e irônico.

Contudo, o que ninguém esperava era encontrar 114 minutos de ódio malicioso, amargura e rancor extremo em relação aos homens." afirmou João Menna, especialista em imagem pessoal, em seu instagram.

Ainda segundo ele, os homens são apresentados como ridículos e irrelevantes.

Do lado favorável ao filme, ele tem sido elogiado pela qualidade da produção audiovisual e pela capacidade da diretora em transmitir as mensagens do filme.

Segundo Otavio Ugá, apresentador e crítico de cinema, no seu canal Super Oito:

"Já no prólogo de abertura o filme faz uma sagaz alusão à pré-história do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço. 

Em 2001: Uma Odisseia no Espaço, os nossos ancestrais descobrem um monolito e isso influencia numa quebra de paradigma que leva a um salto evolucionário.

No filme surge a boneca Barbie como um monolito de 2001 que rompe o paradigma das menininhas conduzindo as mulheres a uma nova era na qual elas seriam respeitadas e poderiam se dedicar ao que quisessem."

A mesma narrativa de independência da mulher pode também ser interpretada como uma forma velada de se defender pautas feministas. O que você enxerga?

Cada diretor tem liberdade para criar um filme com suas ideias. Alguns, porém, não escolhem criar seus próprios personagens, mas sim mudar personagens que já são conhecidos.

Essa tendência do cinema contemporâneo inverte e ressignifica símbolos do passado.

Assim, pouco a pouco, personagens consagrados do cinema são transformados para agradar, por exemplo, a pautas progressistas. O termo cunhado para isso é cultura woke, que enxerga no entretenimento a responsabilidade de pautar políticas sociais.

Isso pode impactar direta ou indiretamente a sua geração e a sua família.

Não é fácil perceber os detalhes dessa estratégia. Por isso, recorremos a especialistas que se dedicam a estudos desse tipo.

Para você entender mais sobre o atual cenário e o que está por trás dessa ressignificação, a Brasil Paralelo recomenda dois documentários que produziu, “As Grandes Minorias” e “A Face Oculta do Feminismo”.

https://www.youtube.com/@brasilparalelo

Fonte: Brasil Paralelo

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