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Foto: Camila Guedes

27 de março de 2024

Curiosidades e troca de vivências marcam o I Encontro de Intercambistas na UPF

Estudantes que já realizaram intercâmbio e interessados em participar da experiência se reuniram em um bate-papo mediado pela Assessoria Internacional

Onde se hospedar, quanto custa, qual a melhor forma de acompanhar as aulas, de quais atividades participar. Quando se fala em intercâmbio acadêmico, as dúvidas são muitas, mas nada que uma boa conversa com quem já passou por essa experiência para entender melhor como tudo funciona. E foi isso que a Assessoria Internacional buscou promover no I Encontro de Intercambistas. Realizada na noite dessa segunda-feira, 25 de março, a atividade reuniu estudantes que já realizaram intercâmbio e interessados em realizar para um grande bate-papo.

Só nos últimos cinco anos, cerca de 150 estudantes da UPF, de diferentes cursos, realizaram intercâmbio por meio dos Programas de Intercâmbio, como Piac e Marca, e estágios. Entre eles, a acadêmica de Letras Isabella Cristina Menegat. No ano passado, ela passou um semestre estudando na Maria Curie-Skłodowska University, em Lublin, na Polônia. Ao falar sobre a experiência, Isabella compartilhou curiosidades sobre a cidade e sobre a universidade onde estudou.

Para ela, mesmo não sendo um destino tão comum, a Polônia é uma opção interessante para quem quer ter vivências diferentes.

— A Polônia é uma oportunidade financeiramente muito boa, você aprende muito, é uma cultura diferentes, e nem eles estão acostumados a ver brasileiros, nem nós estamos acostumados a pensar na Polônia como destino. Então eu acho que é muito válido, foi muito divertido, foi difícil, mas nenhum intercâmbio é fácil. Então é um país muito legal, eu acho que vale muito a pena a viagem —, contou.

A acadêmica ainda compartilhou um pouco sobre seu dia a dia nas aulas.

— O objetivo do intercâmbio é que você entre em contato com um conhecimento que você não teria na universidade onde você está. E, para mim, foi experiência mais rica que eu poderia ter como estudante de linguagens. O contato diário com tantas línguas diferentes e meu processo aprendendo um novo idioma (polonês), me fizeram pensar de novas maneiras o estudo de linguística. Todos dizem que o intercâmbio acadêmico é transformador, mas só tive real dimensão dessa transformação ao chegar lá —, pontuou.

Quem também contou sobre suas experiências de intercambista foi a acadêmica do curso de Psicologia Dyenifer Luana Garbin. Ela viajou para Portugal, onde passou um semestre na Universidade de Coimbra. Foi, inclusive, sua primeira viagem de avião.

— Foi a minha primeira vez em avião, então eu estava sozinha dentro do avião, não sei falar inglês muito bem, indo para um lugar onde eu não conhecia ninguém e que eu não tinha ninguém. É difícil, mas a gente consegue e eu acho que isso nos fortalece e nos constitui. E, além do nível acadêmico, poder aproveitar esse momento para fazer viagens, para poder conhecer o mundo, conhecer pessoas e ter experiências novas, é muito importante —, disse.

Fonte: UPF

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